«...Porque, de duas uma: ou é mesmo indispensável que os deputados viajem em executiva para preservarem a sua imagem e estatuto, o que não se discute, ou esta distinção é irrelevante e, em consequência, todas as suas viagens devem ser feitas em classe turística. O que não é sério nem admissível é o Estado disponibilizar-se para pagar viagens de turismo a acompanhantes dos deputados....»
in O Regresso das "Viagens-fantasma"
Depois admiram-se por Portugal ser classificado como uma “República das Bananas”.
Apenas se pretenderá, legalizar uma prática comum, pese embora, convenhamos, que quando qualquer um vai em trabalho, não leva necessariamente o consorte, em passeio.
Afixado por: jgonçalves em agosto 8, 2004 07:11 PMCompletamente de acordo!
Um abração do
Zecatelhado
De facto, como diz o jgonçalves, tratou-se apenas de legalizar uma situação de facto. Sempre existiu. Não quer no entanto dizer que seja correcta. Nas empresas onde já trabalhei e em n viagens feitas talvez tenha podido levar companhia umas 2 ou 3 vezes.
Afixado por: ognid em agosto 8, 2004 10:55 PMEfectivamente isto já se praticava e como tal foram apenas definidas agora as regras, mas estou de acordo que não o deveria ter sido porquanto vai proporcionar à generalidade de todos os deputados levarem consigo os seus apêndices e quando eles não estiverem interessados em os acompanhar poder proporcionar um passeio ao estrangeiro à sua dedicada mulher a dias.
Afixado por: congeminações em agosto 8, 2004 11:29 PMMeus amigos quando é uma empresa privada a deixar que se troque o bilhete executivo, tudo bem, mas agora viagar com o dinheiro dos contribuintes é que não está certo.
FGONG